terça-feira, 10 de setembro de 2013

62

Eleições Autárquicas 2013
29 de Setembro

Sondagens
'Dossier' Marktest

Nas Beiras
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As sondagens estão ordenadas pela data do último dia de recolha das entrevistas.


Guarda (Última actualização: 5 Setembro 2013)
Eurosondagem 16 Agosto 2013
para Expresso; SIC 
Se fossem hoje as eleições autárquicas (para a Câmara Municipal da Guarda), e estes os candidatos por estes partidos, qual seria o seu voto?
Álvaro Amaro - "Guarda com futruro" (PPD/PSD+CDS/PP)30.2%
Virgílio Bento - "Guarda Primeiro"27.7%
José Martins Igreja (PS)27.5%
Marco Loureiro (BE)5.3%
Mário Triunfante Martins (CDU)5%
Baltasar Lopes - "Juntos pela Guarda"0.8%
Branco/Nulo3.5%
501 entrevistas; Telefónica. Amostra Aleatória. Recolha de 12 e 13 de Ago 2013.

Viseu (Última actualização: 6 Setembro 2013)
Eurosondagem 23 Julho 2013
para JN - Jornal de Notícias 
Se fossem hoje as eleições autárquicas (para a Câmara Municipal de Viseu), qual seria o seu voto?
Almeida Henriques (PPD/PSD)48.8%
José Junqueiro (PS)38.8%
Hélder Amaral (CDS/PP)5.1%
Manuela Antunes (BE)2.4%
Francisco Almeida(CDU)2.2%
Outro candidato/partido ou Branco/Nulo2.7%
515 entrevistas; Telefónica. Amostra Aleatória. Recolha de 17 e 18 de Jul 2013.
 
Eurosondagem 2 Junho 2013
para JN - Jornal de Notícias 
Se fossem hoje as eleições autárquicas (para a Câmara Municipal de Viseu), qual seria o seu voto?
Almeida Henriques (PPD/PSD)50%
José Junqueiro (PS)39.3%
Hélder Amaral (CDS/PP)3.6%
Manuela Antunes (BE)2.6%
Francisco Almeida(CDU)2.1%
Outro candidato/partido ou Branco/Nulo2.4%
511 entrevistas; Telefónica. Amostra Aleatória. Recolha de 19 e 20 de Mai 2013.
 
Eurosondagem 4 Junho 2013
para Município de Viseu 
Se as eleições autárquicas fossem hoje, em quem votaria
PPD/PSD61%
PS30.9%
CDS/PP3.1%
CDU0.9%
Outro partido1.5%
Branco/Nulo2.6%
910 entrevistas; Presencial. Amostra Aleatória. Recolha de 27 de Abr a 5 de Mai 2013.

São Pedro do Sul (Última actualização: Ontem)
Eurosondagem 2 Setembro 2013
para PS São Pedro do Sul 
Se fossem hoje as eleições autárquicas e estes os candidatos a Presidente da Câmara Municipal de São Pedro do Sul, qual seria o seu voto?
Vítor Figueiredo (PS)42.5%
Adriano Azevedo (PPD/PSD)38%
Carmo Bica (BE)7%
José Sousa ("A Nossa Terra")4.7%
Manuela Gralheiro (CDU)3.3%
Não tenciona votar/Branco/Nulo4.5%
511 entrevistas; Telefónica. Amostra Aleatória. Recolha de 27 e 28 de Ago 2013.

63

Marktest
'Dossier' Autárquicas 2013

Dados 
- Os concelhos já sondados
- Os resultados eleitorais anteriores

Nas Beiras
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Conhecer São Pedro do Sul

Distrito: Viana do Castelo
Nº Freguesias: 40
Área: 31858 ha
Habitantes: 87896
Densidade Pop.: 278.1 hab/Km2
Índice Rendimento: 8.5‰
Índice Consumo: 96.97%
Sales Index: 8.56‰

Autárquicas 2009

Eleitores inscritos: 17 737
Votantes: 11 588
PPD/PSD: 58.6%
PS: 26.6%
B.E.: 8.9%
PCP-PEV: 1.8%
Brancos/Nulos: 4.2%
Abstenção: 34.7%



Conhecer Viseu

Distrito: Viseu
Nº Freguesias: 34
Área: 50690 ha
Habitantes: 98778
Densidade Pop.: 195.8 hab/Km2
Índice Rendimento: 9.93‰
Índice Consumo: 100.41%
Sales Index: 9.92‰

Autárquicas 2009

Eleitores inscritos: 92 630
Votantes: 52 291
PPD/PSD: 62.1%
PS: 26.3%
CDS-PP: 5.2%
B.E.: 2.3%
PCP-PEV: 1.5%
Brancos/Nulos: 2.6%
Abstenção: 43.5%


Conhecer Guarda

Distrito: Guarda
Nº Freguesias: 55
Área: 72946 ha
Habitantes: 41549
Densidade Pop.: 59.7 hab/Km2
Índice Rendimento: 4.37‰
Índice Consumo: 102.66%
Sales Index: 4.35‰

Autárquicas 2009

Eleitores inscritos: 39 945
Votantes: 25 053
PS: 55.8%
PPD/PSD: 28.3%
CDS-PP: 5.2%
B.E.: 2.9%
PCP-PEV: 2.7%
PCTP/MRPP: 0.7%
Brancos/Nulos: 4.5%
Abstenção: 37.3%

sábado, 7 de setembro de 2013

61

Foto: Rua na Guarda, em Bairro da Judiaria. Tirada daqui.



Judiarias
Vertentes culturais e económicas
A liderança de Belmonte

Já desde há uns tempos tinha em preparação o presente «estudo» e as investigações possíveis que me levaram à sua forma final actual.
Depois deste estudo, fiquei ainda mais ciente do papel que Belmonte tem desempenhado no processo de dinamização cultural e económica da Rede de Judiarias de Portugal. É a esta nossa bela vila que pertence há quase três anos a presidência da Rede (ler e ouvir aqui).

Judeus, Diáspora, judiarias, 
Rede, rotas, Inquisição, Alemanha nazi

É que, a propósito de:
1º - uma referência no blog da minha aldeia a um processo judicial (clique para mais informação) que ocorreu no século XVIII envolvendo um cidadão meu conterrâneo que era cristão-novo (judeu convertido - se calhar por razões de segurança própria e não por convicção religiosa, como quase todos...);
2º - referência neste texto do 'Capeia' em que num dos quadros se refere um processo relativo ao mesmo caso, com a nota de se tratar do Casteleiro;
3º - várias referências algo regulares à Rede de Judiarias e sua ligação a aspectos culturais e históricos da nossa região, mas também à atracção turística e portanto ao desenvolvimento das nossas terras do interior em que se encontram resquícios da presença de Judeus  e, mais fortemente à ausência de uma definição no Sabugal sobre essa matéria, havendo mesmo acusações de vária origem contra a CMS por não aproveitar e dinamizar esses aspectos, ao contrário da de Belmonte, por exemplo...
A propósito de tudo isso, e do que mais recentemente aconteceu no Sabugal (encerramento da «Casa do Castelo') acelerei uma investigação já antes agendada e que agora venho publicar, trazenho à colação informação rudimentar sobre três ou quatro aspectos.

No final deste artigo, ficam as notas regionalistas: a referência a todos os pólos dessa Rede situados na nossa zona.
A Rede de Judiarias tem um «site» com alguma informação básica.



Foto: Belmonte - Bairro da Judiaria. Tirada daqui.

I
Como nasce o problema histórico dos Judeus: a diáspora

Encontrei sobre esta questão um texto cuja tradução não é famosa, mas que partilho. Pode consultá-lo aqui. Às tantas, diz isto: «No século 13, D. Afonso regula as relações entre cristãos e judeus como eles estavam começando a criar dificuldades para a minoria».
Na Wikipedia, que vale o que vale, garante-se, relativamente a três momentos que considero a chave do entendimento da questão da diáspora judaica (perdoe-se a grafia brasileira):

1
«O Reino de Judá foi exilado pela Babilônia, depois retornou à Judeia e foi novamente exilado pelo Império Romano. A dispersão de 2000 anos da diáspora judaica começando sob o Império Romano, a medida que os judeus estavam espalhados por todo o mundo romano e estabeleciam-se em qualquer lugar onde podiam viver livremente para praticar sua religião. Durante a diáspora, o centro da população judaica mudou da Babilônia para a Península Ibérica para a Polônia para os Estados Unidos e para Israel».

2 
«Após a expulsão dos judeus de Espanha por Isabel I de Castela e Fernando II de Aragão em 1492, cerca de 60.000 judeus que se recusaram converter-se ao religião cristã emigraram para Portugal. D. João II, influenciado por judeus importantes na Corte, acolhe-os, mas impõe-lhes o pagamento de oito ducados de ouronota 1 , quantia deveras elevada para a época, para permanecerem em terras lusitanas (os que não podiam pagar este valor viam metade dos seus bens confiscados para a Coroa). Pretendia-se a fixação de operários especializados, que faltavam em Portugal».

3 
«Apenas a 25 de Maio de 1773, já em plena época das luzes, Sebastião José de Carvalho e Melo, primeiro-ministro de D. José I, promulga uma lei que extinguia as diferenças entre cristãos-velhos e cristãos-novos, tornando inválidos todos os anteriores decretos e leis que discriminavam os cristão-novos». 



4
Recordo que na era moderna a maior perseguição foi desenvolvida por Hitler durante o seu domínio ditatorial sobre a Alemanha, com implantação do regime nazi.

II
Vocabulário

As presenças judaicas na nossa cultura não são apenas as arquitectónicas... ao contra´rio do que às vezes parece que pensam muitos dos seus dinamizadores. 
Há heranças também a outros níveis, como a linguagem e as nomenclaturas, por exemplo.
Há quem pense que devia haver muito maior número de palavras que tivessem transitado do Hebraico para o Português. E que isso não aconteceu também devido às perseguições: 
«Apesar da presença judaica por tantos séculos, em Portugal como no Brasil, as perseguições resultaram também em exclusões vocabulares. A maior parte dos hebraísmos chegou ao português por influência da linguagem religiosa, particularmente da Igreja Católica, fazendo escala no grego e no latim eclesiásticos, quase sempre relacionados a conceitos religiosos, exemplos: aleluia, amém, bálsamo, cabala, éden, fariseu, hosana, jubileu, maná, messias, satanás, páscoa, querubim, rabino, sábado, serafim e muitos outros». Aqui.

III
Nomes próprios e de família

O autor do texto é brasileiro e isso deve ser tido em conta. Mas há também referências a nomes próprios e de família na mesma fonte: 
«Dezenas de nomes próprios têm origem hebraica bíblica, como: Adão, Abraão, Benjamim, Daniel, Davi, Débora, Elias, Ester, Gabriel, Hiram, Israel, Ismael, Isaque, Jacó, Jeremias, Jesus, João, Joaquim, José, Judite, Josué, Miguel, Natã, Rafael, Raquel, Marta, Maria, Rute, Salomão, Sara, Saul, Simão e tantos outros. Alguns destes, na verdade, são nomes aramaicos, oriundos da Mesopotâmia, como Abraão (Avraham), que se incorporaram ao léxico hebraico no início da formação do povo hebreu.
Podemos citar centenas de nomes e sobrenomes de judaizantes e números de seus dossiês, desde a instalação da Inquisição no Brasil, a partir dos arquivos da Torre do Tombo, em Lisboa, e de livros como Wiznitzer (1966), Carvalho (1982), Falbel (1977), Novinsky (1983), Dines (1990), Cordeiro (1994), etc. Sobrenomes muito comuns, tanto no Brasil como em Portugal, podem ser atribuídos a uma origem sefardita, já que uma das características marcantes das conversões forçadas era a adoção de um novo nome. Muitos conversos adotaram nomes de plantas, animais, profissões, objetos, etc., e estes podem ser encontrados em famílias brasileiras, até hoje, em número tão grande que seria difícil enumerá-los. Exemplos: Alves, Carvalho, Duarte, Fernandes, Gonçalves, Lima, Silva, Silveira, Machado, Paiva, Miranda, Rocha, Santos, etc. Não devemos excluir a possibilidade da existência de outros sobrenomes portugueses de origem judaica.
Porém é importante ressaltar que não se pode afirmar que todo brasileiro cujo sobrenome conste dos processos seja descendente direto de judeus portugueses; para se ter certeza é necessária uma pesquisa profunda da árvore genealógica das famílias».
Nesta matéria, talvez os interessados possam aceder a perspectiva mais «nossa» na 'Rua da Judiaria', aqui.

Sabugal

Foto: Castelo do Sabugal. Tirada do 'site' da Rede

Rede de Judiarias
Na nossa zona (a que se «vê» daqui, do alto da Serra d' Opa), pertencem à Rede de Judiarias as seguintes cidades: BelmonteCastelo BrancoGuardaPenamacorSabugalTrancoso.
Se o texto aparecer em inglês, clique na tradução - que, não sendo grande coisa, vá-se lá saber porquê - sempre ajuda a perceber a coisa...
Pode aceder à informação constante do 'site' da Rede, clicando no nome que lhe interesse.
Chamo só a sua atenção para o facto de ali se afirmar, quanto a Belmonte, que a primeira prova de presença judaica refere o ano de 1297!
Quanto ao Sabugal, sublinhado para a referência à Casa do Castelo e a um número elevado de processos inquisitoriais (143).



Valorização de recursos (judaicos) endógenos
Papel de Belmonte na liderança do processo 

«Rede do Património Judaico / Programa de Valorização dos Recursos Endógenos» (PROVERE), um projecto das cidades e vilas com Judiarias, trabalho neste aspecto liderado por Belmonte e que é apoiado pela União Europeia através do PRODER.  
Em suma, o texto, que pode ler aqui, aclara as justificações e os objectivos desta realidade, sobretudo no actual contexto de desertificação do interior.

Selecciono alguns parágrafos «fortes»:
«Os territórios de baixa densidade que integram o presente PROVERE, ficarão sem dúvida beneficiados com a construção de uma nova relação rural-urbano, pois tendo presente um foco comum permitirá:
- consolidar relações de proximidade mutuamente benéficas e de natureza sinergética em detrimento de relações assimétricas;
- transformar as cidades em pontes efectivas entre as áreas rurais e o mundo exterior;
- transformar a massa crítica de recursos urbanos (humanos, institucionais, físicos, etc.) em externalidades positivas que as populações e as organizações do mundo rural conseguem parcialmente internalizar.;
- conciliar uma articulação territorial (coesão) e uma articulação funcional (integração) entre centros urbanos e áreas rurais envolventes».

Tudo isso para: « (…) concretizar um projecto de desenvolvimento regional a partir da estruturação e desenvolvimento de redes locais alinhadas com as orientações comunitárias e com os principais documentos e referenciais estratégicos das políticas nacional e regional».


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

55



Comunicar e informar
Casteleiro, 1926 / 2013
Panorama dos meios / 'media' da minha aldeia

De repente, dou comigo vidrado nesta coisa de o Casteleiro ter muitos meios de comunicação.
Isso não significa qualquer ilusão minha.
Só chega à net quem chega - e os idosos que são a esmagadora maioria dos actuais habitantes permanentes da terra não estão «nessa».
Mais: até a geração anterior à minha (vocês que hoje têm 40) é em grande parte info-excluída, como sabemos.
Mas não é isso que tem desmotivado quem se tem preocupado com a informação.
Talvez ainda se lembrem de que foi no Casteleiro que nasceu o jornal que pretendo homenagear com o 'Serra d' Opa': chamava-se «Gazeta do Sabugal».

Recentemente, uma associação criada e gerida por jovens, alguns dos quais do Casteleiro, deu vida a um mural de grupo no Facebook. É o «Descendentes do Concelho do Sabugal». A associação chama-se «Transcudânia», entidade cultural e de desenvolvimento regional, cuja sede é na Carrola, uma anexa da minha terra.

Vamos então a um quadro geral dos 'media' do Casteleiro.

Século XXI

Que meios existem então hoje na minha aldeia?

Jornal do CACC
Em papel impresso, no Casteleiro, temos ainda hoje um jornalzinho de colectividade que nasceu por entusiasmo de meia dúzia e tem sobrevivido graças ao espírito de combate de um conterrâneo chamado Ismael Martins. Homem de antes quebrar que torcer.
É o jornal do Centro de Animação Cultural do Casteleiro (CACC).
Longa vida e que nunca desistam.



Outros meios ao seu dispor hoje:

Blog «Casteleiro»
Da autoria de Joaquim Gouveia, emigrante na França.
Este blog está hoje desactivado ou sem movimento, mas desempenhou um papel de divulgação interessante durante muito tempo.
Pode consultar aqui.

Blog «Viver Casteleiro»
Nasceu antes das eleições autárquicas de 2009. Hoje é o mais conhecido meio de divulgação das realidades locais. É gerido por António Marques, presidente da Junta de Freguesia. Consulte aqui.

Mural no Facebook
Chama-se «Viver.Casteleiro» e é uma reposição dos artigos do «blog-mãe». Muitas visitas, muitos comentários (mais do que a mãe) e muitos clique de «Gosto!».
Pode visitar agora mesmo aqui.

Blog «Festa da Caça»
Para divulgar este magnífico evento. Também é gerido por António Marques. Veja aqui.

Blog 'Serra d' Opa'
Nasceu este Verão no Casteleiro e fala de toda a zona que se abrange ou se imagina do alto da serra com esse nome. É administrado por José Carlos Mendes (eu mesmo)... Aceda aqui.

À margem:
 Há no Casteleiro pelo menos umas 20 pessoas com mural aberto no Facebook, ao que me é dado pesquisar. Umas mais activas, outras menos.
 Uma vez por semana, na noite de domingo para segunda, é publicada desde há quase três anos uma crónica no 'Capeia' exclusivamente sobre assuntos do Casteleiro. Fica-lhe aqui o acesso a essas peças.
 No mesmo 'Capeia', esporadicamente, alguns artigos sobre o Casteleiro e de casteleirenses sobre temas actuais.
 Algumas entradas do Casteleiro, também, no acima referido «Grupo Aberto / Descendentes do Concelho do Sabugal». Aceda por aqui a esse grupo aberto.

Este é o panorama no século XXI.
Nada de deitar fora...

E no século XX?

Apenas duas notas que merecem sublinhado:
1ª - Quando eu era miúdo sabia que havia um jornal que às vezes (raro) falava do Casteleiro. Era o «Amigo da Verdade», do «nosso» padre Soita. Eu mesmo cheguei a escrever para lá umas brincadeiras muito incipientes mas que ajudaram a definir o meu rumo geral de vida profissional...




2ª - Em 1926, como ainda todos nos lembramos por ter sido referido recentemente, um agricultor do Casteleiro saiu em defesa dos seus direitos e dos direitos dos seus companheiros de labuta. Foi o Dr. Mendes Guerra. E um dos instrumentos que usou foi precisamente o jornal que criou e a que deu o nome de «Gazeta do Sabugal». Teve vida efémera e curta, mas valeu a pena, segundo se percebe dos relatos. A sede do «Gazeta» era na minha aldeia também. Pode informar-se melhor aqui.

Já agora, e não estranhem, mas não resisto a chamar a sua atenção para um meio de comunicação fortíssimo em todo o País (e não só, claro): o sino da igreja.
Era ele que dava a informação horária, anunciava os actos religiosos, dava o alarme em caso de incêndio, anunciava a morte de um paroquiano - etc..
 Este foi apenas mais um apontamento, meio a sério, meio a brincar - mas no rigor dos termos, assim era: o sino foi muito usado para comunicar. Sempre.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

54

Consulte todas as edições do «Serra d' Opa»:

(Basta clicar)


Edição nº 1, 12 de Agosto de 2013

Edição nº 2, 19 de Agosto de 2013

Edição nº 3, 26 de Agosto de 2013

Edição nº 4, 2 de Setembro de 2013

Edição nº 5, 9 de Setembro de 2013

Edição nº 6, 16 de Setembro de 2013

Edição nº 7, 23 de Setembro de 2013

Edição nº 8, 30 de Setembro de 2013

Edição nº 9, 6 de Outubro de 2013

Edição nº 10, 13 de Outubro de 2013

Edição nº 11, 20 de Outubro de 2013

Edição nº 12, 20 de Outubro de 2013

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

53



    Digam lá se não é uma foto magnífica de um animal soberbo! 

Quinta do Espinhal
«Não deixe os Lobos sem Abrigo»

O Grupo Lobo faz um trabalho meritório. Em Portugal, o desaparecimento do lobo, particularmente na faixa litoral, tornou-se evidente a partir de 1940. Com a diminuição drástica da área ocupada na década de 70, a situação da espécie agravou-se. Leia mais aqui
Veja sobretudo o mapa da distribuição dos lobos ibéricos...
Como se lê no 'site' do Grupo Lobo - entidade da Universidade de Lisboa / Faculdade de Ciências:
No início do século XX, a subespécie Canis lupus signatusocupava praticamente toda a Península Ibérica. Porém, tem-se vindo a registar uma redução quer da área de distribuição, quer do efectivo populacional deste canídeo.


Do mesmo 'site', que pode consultar na íntegra aqui (sublinhados nossos):


Aprender para Conservar


O GRUPO LOBO, associação não governamental*, independente e sem fins lucrativos, foi fundado em 1985 para trabalhar a favor da conservação do lobo e do seu ecossistema em Portugal. Conta com um vasto número de associados e colaboradores, nacionais e estrangeiros.
A existência do Grupo Lobo resulta da necessidade de divulgar novos factos sobre o lobo, predador que nos habituaram a ver como demoníaco. Hoje em dia estes conceitos estão
completamente desactualizados mas, infelizmente, os novos conhecimentos sobre este animal estão pouco divulgados junto da opinião pública.
O lobo é uma das espécies cuja área de distribuição mundial mais tem sido reduzida. Esta situação tem motivado enormes esforços com a finalidade de evitar a sua extinção, pois se não actuarmos de uma forma concreta e positiva, perderemos mais uma espécie animal.


(in Grupo Lobo)
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Quinta do Espinhal

Agora, a nota regionalíssima:
Entre o Casteleiro e Caria, na EN 18-3, perto das Inguias, fica a Quinta do Espinhal. O seu responsável, o engº António Nunes, o Toneca (residia em Santo Amaro, onde o pai e o tio geriam a herdade), dedica-se entre outras actividades à criação do mais belo animal de Portugal, o cão da Serra da Estrela de pêlo comprido.
A Quinta do Espinhal decidiu aderir à Campanha «Não deixe os Lobos sem Abrigo», do Grupo Lobo, doando um exemplar de uma ninhada recente. Bela decisão. Honra lhes seja feita. Isto foi em meados de Agosto deste ano. Leia mais aqui.


E pode ver este pequenino vídeo, «cheio» de cães no remanso da Quinta do Espinhal: aqui.

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Confraria do Cão da Serra da Estrela

Confraria

Finalmente, conheça também a Confraria do Cão da Serra da Estrela.
Entre aqui e aqui, onde também se fala da Associação.
Conheça os órgãos sociais da Confraria aqui.
Veja este vídeo para saber mais.