terça-feira, 22 de outubro de 2013

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Via Samuel:

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Clique no título, para ouvir enquanto lê 

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Venceremos!

De Pete Seeger e outros
Cantado aqui numa versão magistral de Joan Baez  



Para ouvir, clicar sobre o título:








Nós venceremos, nós marcharemos de mãos dadas, nós viveremos em paz, nós seremos livres, nós não temos medo, hoje!
No fundo do coração eu acredito, nós venceremos, um dia!



We shall overcome
(Charles Albert Tindley, Zilphia Horton,
Frank Hamilton, Guy Carawan
and Pete Seeger)

We shall overcome,
We shall overcome,
We shall overcome, some day.

Oh, deep in my heart,
I do believe
We shall overcome, some day.

We’ll walk hand in hand,
We’ll walk hand in hand,
We’ll walk hand in hand, some day.

Oh, deep in my heart,

We shall live in peace,
We shall live in peace,
We shall live in peace, some day.

Oh, deep in my heart,

We shall all be free,
We shall all be free,
We shall all be free, some day.

Oh, deep in my heart,

We are not afraid,
We are not afraid,
We are not afraid, TODAY

Oh, deep in my heart,

We shall overcome,
We shall overcome,
We shall overcome, some day.

Oh, deep in my heart,
I do believe
We shall overcome, some day.


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

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CASTELO BRANCO: 33 ESCOLAS CANDIDATAS A "HERÒIS DA FRUTA"

É a terceira edição deste projecto "Heróis da Fruta - Lanches Saudáveis" desenvolvido pela associação portuguesa contra a obesidade infantil (APCDI). A primeira etapa tem como metaaumentar o consumo diário de fruta nas crianças até dez anos.

Este ano lectivo são abrangidos mais de 70 mil alunos, de cerca de 3.260 turmas, de 1.158 creches, pré-escolar, jardins de infância e escolas básicas do primeiro ciclo de todos os distritos do país, incluindo regiões autónomas da Medira e Açores.

O distrito de Castelo Branco apresenta 33 escolas candidatas, 15 da Covilhã, oito de Castelo Branco, três do Fundão, duas de Idanha-a-Nova, e uma de Penamacor, Oleiros, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão.



Foto: CASTELO BRANCO: 33 ESCOLAS CANDIDATAS A "HERÒIS DA FRUTA"

É a terceira edição deste projecto "Heróis da Fruta - Lanches Saudáveis" desenvolvido pela associação portuguesa contra a obesidade infantil (APCDI). A primeira etapa tem como meta aumentar o consumo diário de fruta nas crianças até dez anos.

Este ano lectivo são abrangidos mais de 70 mil alunos, de cerca de 3.260 turmas, de 1.158 creches, pré-escolar, jardins de infância e escolas básicas do primeiro ciclo de todos os distritos do país, incluindo regiões autónomas da Medira e Açores.

O distrito de Castelo Branco apresenta 33 escolas candidatas, 15 da Covilhã, oito de Castelo Branco, três do Fundão, duas de Idanha-a-Nova, e uma de Penamacor, Oleiros, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão.

domingo, 20 de outubro de 2013

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COVILHÃ:HOSPITAL COM DIFICULDADES NAS ESCALAS MÉDICAS

O hospital Pêro da Covilhã enfrenta dificuldades na elaboração de escalas médicas depois de 26 clínicos gerais e médicos de Medicina Geral e Familiar do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Cova da Beira terem ficado legalmente impedidos de assegurar urgências hospitalares.

Em comunicado, o CHCB refere que uma dezena de médicos tinha contrato de exclusividade com o ACES Cova da Beira e os restantes, não estando em regime de exclusividade nos cuidados de saúde primários, asseguravam o serviço através de empresas.

A proibição de realizarem urgências hospitalares foi comunicada à Administração do Centro Hospitalar Cova da Beira (CHCB) no dia 8 de Agosto através de uma circular normativa emitida pela Administração Regional de Saúde do Centro, dando conta que os médicos deixariam de ter enquadramento legal para realizar trabalho nas urgências hospitalares devendo, por isso, cessar funções em Setembro.

Em menos de dois meses, o CHCB acelerou o processo de contratação de uma empresa de prestação de serviços médicos que garantisse mensalmente 1680 horas no serviço de urgência geral e pediátrica que deixariam de ter cobertura a partir de Outubro.

Perante o volume de horas solicitado, a empresa evidenciou dificuldades na colocação de médicos. O CHCB colmatou as insuficiências recorrendo a médicos da instituição para garantir a manutenção da qualidade assistencial do serviço.

A empresa foi contratada a partir de uma lista da Administração Central do Serviços de Saúde (ACSS), à qual o CHCB teve obrigatoriamente de recorrer estando, por isso, impossibilitado de escolher outras empresas, particularmente, aquelas que pertencem a médicos de família que prestaram serviço na urgência ao longo dos últimos anos.

Ao longo deste ano, o CHCB diz ter alertado os responsáveis ligados aos cuidados de saúde primários, em diversas ocasiões, para a vantagem de manter o modelo de organização usado ao longo das duas últimas décadas, disse Rosa Ballesteros, diretora clínica do CHCB.

A médica reconhece a existência de «vantagens económicas para o hospital na contratação dos médicos através da empresa» mas alertou para o fato de serem «tarefeiros, nem sempre especializados em medicina geral e familiar» e para «a ausência de relação prévia com o hospital e com a população da região».

Rosa Ballesteros espera que o protocolo possa ser retomado para «dar continuidade a uma longa colaboração que permitiu um óptimo atendimento a doentes em situação de urgência», até porque «temos conhecimento do interesse dos médicos em prosseguir a colaboração».

O Hospital Pêro da Covilhã, integra o Centro Hospitalar Cova da Beira, atendendo anualmente perto de 120.000 doentes urgentes nos serviços de Urgência Geral e Pediátrica (onde Clínicos Gerais e Médicos de Medicina Geral e Familiar prestavam serviço) e Obstétrica (assegurada por médicos especialistas).

Os médicos de família são médicos de primeiro atendimento que observam os utentes antes de serem encaminhados para especialistas hospitalares nos serviços de urgência

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Nasceu em Castelo Branco, licenciou-se Medicina no Porto, salta de para-quedas nas Moitas e reúne com a família em Cernache do Bonjardim. Luis Cobrado é doutor em Medicina desde maio mas continuou a investigação.

In 'Reconquista'

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A Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) da Guarda continua a ter períodos em que está inoperacional por falta de médico. Em média, a VMER está inop dois períodos por semana. O modelo de funcionamento da VMER poderá ser alterado nos próximos meses, nomeadamente com a integração da viatura no serviço de Urgências do hospital da Guarda, o que poderá permitir a operacionalidade 24 horas por dia.

In «Terras da Beira»



sábado, 19 de outubro de 2013

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Professora Lucinda Pires
In «O Teixo», Escola Básica 2,3 - Teixoso
23 de Outubro de 1997, seis dias depois da morte da Lucinda


Há pessoas que, quer se goste delas ou não, não são indiferentes a ninguém. Com a sua força interior, alegria, dinamismo, frontalidade e capacidade de trabalho, derrubam montanhas, se necessário. A professora Lucinda Pires era assim. 
A sua vida era uma contínua procura de objectivos. Havia sempre novos projectos a desenvolver. Só sabia viver assim. De outra forma, não faria sentido. E, por todas estas razões, quem trabalhava com ela sabia que, volta e meia, lá aparecia um novo projecto, uma nova aposta. Porém, nos últimos tempos, andava cansada e por vezes chegava a dizer: «Este ano, quero descansar». Evidentemente, ninguém acreditava nisso. Descansar, a Lucinda? Isso não era para uma mulher daquela envergadura. Mas por que motivo andaria tão cansada? Claro que os projectos ambiciosos que dinamizava exigiam, da parte dela, um grande esforço e entrega. Contudo, o que verdadeiramente a fragilizava era a capacidade que tinha de «carregar» os problemas dos que a rodeavam. As dores daqueles que lhe estavam próximos eram também as suas. E isso cansa, dói, incomoda. Há alguns meses que a Lucinda ajudava a suportar as dores, doenças e perdas de amigos. Alguns deles partiram também, sem ela contar. Inesperadamente, a Lucinda partiu. Deixa-nos uma profunda saudade. 
Percebemos agora melhor o seu estado de espírito, quando nos dizia que lhe custava muito perder amigos, quando ainda tinham muito para viver. Também a nós nos custa agora. Ficará para sempre um vazio, uma insatisfação, uma sensação de que tanto ficou por dizer e por viver… Mas ficam muitas e boas lembranças de momentos de alegria, de festa, de partilha, de boa disposição, de entrega, do saber conviver com todos, desde os mais cultos aos mais simples. Só alguém humilde e generoso consegue ser assim. Fica certamente na memória de todos o seu sorriso, o seu optimismo, a sua vontade de seguir em frente. Sempre. Oxalá tenhamos todos percebido, no tempo em que convivemos com a professora Lucinda, o que de facto é importante na vida. Assim saibamos, na nossa comunidade escolar, continuar em frente, com a mesma energia, sentido de união e empenho a que nos habituou.
Até sempre, Lucinda.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

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Casteleiro
A Serra da Pena é uma cópia?

Primeiro ponto: a Serra da Pena não é na Freguesia do Casteleiro, mas as ligações visuais e pessoais ao Casteleiro são imensas. Segundo ponto: o tema desta crónica de hoje é uma especulação minha. Nunca li isto em lado nenhum. Nunca falei sobre isto nem escrevi. Nunca pus isto à discussão de nenhum arquitecto ou sequer engenheiro… Mas acho que o leitor me vai dar razão.
E essa tese é muito simples e espero demonstrá-la nesta «crónica»: acho que o Hotel da Serra da Pena, inaugurado em 1926 foi inspirado em termos de «design» no Monumento Nacional Centum Cellae, em Belmonte, ao pé de Gonçalo – mais propriamente no Colmeal da Torre. Vou mais longe. Acho que foi uma cópia.
Mas já lá vamos.
Agora, cumpre sugerir ao leitor que leia a edição desta semana do «Serra d’ Opa». Para tanto, abra o link, aqui.


  
















Como já contei há dois anos e tal no «Capeia», quando era muito pequeno, em meados dos anos 50, ia muitas vezes ao que então ainda se chamava Hotel das Águas Radium – dizendo de forma mais rápida: o hotel da Serra da Pena.
Até há muito pouco tempo, sempre pensei que aquilo era território do Casteleiro. Por muitas razões: as pessoas que viviam ali nos arrabaldes do hotel corriam era para o Casteleiro e não para Sortelha, sua freguesia; lá vivia até a família do Professor Neves e esposa, a D. Nazaré, professores do Casteleiro durante anos – e isso aumentava quer os relacionamentos quer a minha natural «certeza» de que aquilo era gente do Casteleiro – nem outra coisa me passaria pela cabeça…; e, por fim, recordo que, mesmo sabendo agora como sei que se trata de duas freguesias, sabemos também que, durante séculos (até 1855, mais propriamente), Sortelha foi sede de concelho e o Casteleiro foi uma freguesia desse concelho – o que certamente aumentava a coesão da Serra da Pena à minha aldeia, mesmo aqui pertinho. Mas há mais e mais interessante: o correio das pessoas da Serra da pena ia para o posto dos Correios que nos anos 50 e 60 havia no Casteleiro. Finalmente, e não menos importante: é muito mais perto da Serra da Pena ao Casteleiro do que a Sortelha…
Posto tudo isto, que justifica que trate desse assunto em peça sobre a minha terra, vou então expor a minha visão do assunto que aqui me traz hoje: o Hotel é uma cópia descarada da arquitectura ou pelo menos do conceito arquitectónico da Vila Romana do Centum Cellas ou Cellae. Agradeço a clareza fotográfica manifestada nos blogues «Dokatano», «Afonso Loureiro», «Ruinarte»  e «Lugares Esquecidos».

Notas informativas sobre cada uma das construções

Primeiro, algumas notas sobre a torre ainda existente, o que ainda resta, em Centum Cellas.
Sobre isso, por todas as enunciadas aqui, sigo a tese de Jorge de Alarcão de se tratar da sede de uma villa – quinta – romana, cujo proprietário se chamava Lúcio Cecílio. Note até que D. Sancho I, em 1188, atribuiu à aldeia ali existente carta de foral – aldeia chamada Centuncelli. O que significa que se tratava de um povoado com importância ou demográfica ou estratégica.
Mas note que a torre que resta é apenas parte do existente, que incluiria «salas, corredores, escadarias, caves e pátios».
Depois, alguma informação básica sobre a Serra da Pena: 
1 - O Hotel foi construído no início dos anos 20 do século XX e inaugurado em 1926. 
2 - O seu investidor foi um conde espanhol, Don Rodrigo. 
3 -  Tratava-se afinal de umas termas à base de água e lamas radioactivas. 
Se tiver interesse, leia uma peça anterior que escrevi sobre o assunto aqui mesmo, no «Capeia».

Fazendo as comparações certas, conclui-se…

Puxo então a brasa à minha sardinha. Imagine a seguinte conversa entre Don Rodrigo e o seu amigo arquitecto, provavelmente também ele espanhol (imagine que se chamava Pedro):
- Don Pedro, o hotel que vamos construir tem de ser uma coisa muito bonita e rica.
- Pues, sin duda, Don Rodrigo. Vou estudar aqui a zona e ver a melhor forma de fazer uma construção imponente a meio da serra.
- Quero uma espécie de castelo, uma catedral da saúde, em honra da minha filha que aqui se curou com estas águas milagrosas.
- Assim será, Don Rodrigo.
E assim foi: Don Pedro percorreu as redondezas, viu bem o Castelo de Sortelha mas achou que era demais. Um dia passou na estrada de terra batida ali para os lados de Belmonte e viu ao longe… o Centum Cellas. Viu e desenhou-o, se calhar, para se inspirar sem dar demais nas vistas…
Mas deu!
Ficaram iguaizinhos os dois «templos».

Para começar: diga-me lá se não têm ambas as construções um ar entre o misterioso e o tétrico – mas diga se não são ambas fatalmente atraentes?
Eu acho que sim.

Saliento de seguida as comparações que desde há algum tempo me têm vidrado nesta tese de se tratar de uma cópia. São oito argumentos imbatíveis - o que me parece:
1º - aspecto geral: as fotos demonstram como as duas peças arquitectónicas têm traços semelhantes;
2º - implantação em local amplo: de longe, parecem construções siamesas que se impõem na paisagem em que cada uma se incrusta – em descampado num caso; em meia encosta no outro, mas ambas isoladas e dominadoras; 
3º - padrão militar. A Serra da Pena tem algo de arquitectura militar, não tem? Não sente isso? A torre de Centum Cellas tinha essa finalidade, de certeza absoluta;
4º - torre e torreão principal: segundo leio, o Monumento do Colmeal é a parte que resta de um conjunto mais amplo e seria a torre de vigia e de defesa; pois bem: a «torre» principal da Serra da Pena parece mesmo dela copiada;
5º - aspectos interiores: quando se entra numa e na outra, é impossível resistir à tentação de comparar o granito, as linhas esguias e altas, as janelas em série a meia parede e até as ameias, bem lá em cima nos dois casos:
6º - ar imponente de ambas as construções, relativamente ao ambiente rural em que cada uma delas se insere;
7º - ambas as construções aparecem ligadas a exploração de produtos da Natureza de carácter excepcionalmente valioso: por um lado, os metais valiosos como o estanho, no caso de Centum Cellas; por outro, as águas radioactivas cujo poder curativo começava a ser descoberto na altura da construção do Hotel da Serra da Pena (anos 20 do século passado);
8º - aspecto exterior geral de castelo. O Povo da minha terra até falava do «castelo da Serra da Pena». Quando se chega perto e se entra nas ruínas do Colmeal tem-se essa mesmíssima impressão de estar a entrar num castelo semi-destruído.
Ou seja: fazendo as comparações certas, há aqui muita coisa em comum entre as duas construções. Tantas semelhanças que até parece impossível que nunca ninguém que eu saiba o tenha escrito. E tão óbvias que, ainda estando eu a meio desta escrita, já estava a dar por mal empregue o esforço… pois o que é claro não precisa de aclaração – não é?   

Comparação de alguns pormenores arquitectónicos

Pacientemente, para esclarecer o meu ponto e para interessar o leitor, dei-me ao trabalho esta semana de fazer alguns recortes de pormenores que possam ser comparados. O leitor merece esse esforço e a minha tese ficará assim mais ilustrada.
Eis o que me parece (olhe atentamente para as fotos numeradas e tire também as suas conclusões):



Foto 3 – Ao longe, e largada na paisagem, a construção das Águas Radium parece uma imagem de espelho da Torre do Colmeal: repare bem. 



Foto 4 – Esta pequena parcela da Serra da Pena tem ainda mais semelhanças com a parte inferior do Cellas: as janelas, os três andares baixos, as aberturas no «rés-do-chão». Compare com a foto 2.



Foto 5 – Compare com a foto 1: a imponência e a dominância de uma construção e da outra são paralelas e evidentes. Quem criou o Hotel Termal das Águas Radium quis colocar uma marca no meio da Serra da Pena, tal como Lúcio Cecílio, seguramente, quis afirmar o poderio romano que lhe permitia negociar os metais com valor comercial que se exploravam na zona do Colmeal da Torre do seu tempo…   

E agora? Fica convencido? Ainda bem.

Infelizmente, não consegui saber o nome do arquitecto autor do projecto do Hotel das Águas Radium. Sobre o Centum Cellas, não me custa a acreditar que fosse construído a olho por algum especialista muito vivido em construções deste tipo e que fosse da inteira confiança de Lúcio Cecílio. Qual projecto, qual quê? Pois se no Casteleiro, nos anos 60, o meu avô e todos os Catanas da sua família construíam sem projecto e ficou como ficou… como vou pensar que no século I depois de Cristo fosse diferente?!
As normas de construção, sabemos que foram as de Vitrúvio. Mas quem terá dirigido a sua implantação concreta neste local concreto? Mistério!
Isso ficará como desafio para outros interessados na investigação. A semente fica aí, lançada à terra da curiosidade intelectual.

Uma coisa é certa: se não copiou e se não se inspirou na torre do Colmeal, o autor do projecto do Hotel da Serra da Pena ficou a devê-lo à evidência…