terça-feira, 22 de outubro de 2013

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Do Grupo de Descendentes
do Concelho do Sabugal, 
um dia destes:



  • Procura dos descendentes do Concelho do Sabugal.

    Vamos reencontrar os que partiram, ou nasceram fora do nosso Concelho mas que querem ter contacto com as nossas gentes.....

    http://transcudania.blogspot.com/

    Nota de Imprensa:

    Descendentes do Concelho do Sabugal

    O Concelho do Sabugal ressentiu vivamente a época da imigração para outros países da Europa, em especial França e Suíça e da migração para as cidades litorais do Continente Português.
    Com o passar dos anos, os conterrâneos constituíram família, criaram vida noutro local, visitam a terra Natal nas épocas festivas, nas férias, quando podem… alguns regressam para gozar a reforma.
    Devemos também lembrarmo-nos e valorizar os filhos e os netos dos originários do concelho, que desde cedo criam laços à terra dos seus descendentes e sentem também como sua, marcando presença e gostando de saber o que se passa por cá.
    É por sabermos e valorizarmos quem está longe, seja em França, em Lisboa em qualquer ponto do país ou local do mundo, que a Associação Transcudânia considerou importante criar um elo de ligação entre as pessoas do Concelho do Sabugal e promover o encontro e a proximidade entre todos.
    A Transcudânia criou um grupo no Facebook designado Descendentes do Concelho do Sabugal, com sítio em
    www.facebook.com/profile.php?id=1058319517#!/home.php?sk=group_127061590709235
    Este grupo visa reunir descendentes do concelho do Sabugal, dispersos pelo país e pelo Mundo que gostem e desejem manter o contacto com a sua terra Natal.
    Pretendemos que este grupo seja um veículo de comunicação para o mundo. Desejamos através dos descendentes do nosso Concelho, estejam onde estiverem, alcançar o mais amplo número de conterrâneos e rentabilizar este elo para levar a nossa terra e tradições a todo o Mundo.
    Apelamos a todos os Descendentes do Concelho do Sabugal que divulguem junto dos Vossos conhecidos conterrâneos a existência deste grupo para que em breve sejamos verdadeiramente imagem da nossa terra Natal.
    http://facebook.com/associacao.transcudania
    http://transcudania.blogspot.com/
    Editar descrição
E, como se não bastasse, outro dia destes:



AS OBRAS DA PRÉ-CAMPANHA JÁ ESTÃO FINALIZADAS?
(Um comentário ao programa de hoje da Star FM Sabugal)

Ainda no domingo passado, 20/10/2013, percorri a pé a avenida vai da ponte velha à rotunda da ponte Nova e tive a ocasião, por exemplo, de ver que o caminho que passa por detrás do restaurante Sol-Rio está alagado e não dá acesso a uma escadaria de ligação a um pequeno miradouro sobre o rio.
Não se percebe como não há ligação pedonal ao pequeno parque de lazer a montante da praia fluvial tanto mais que há um campo de jogos, (futebol de 5?) junto ao mesmo espaço.
Na mesma onda, aproveito para perguntar parta quando o arranjo da ligação do defunto restaurante Ley à praia Fluvial.
E a talho de foice, a cor deste edifício enquadra-se no plano diretor municipal?
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Via Samuel:

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Clique no título, para ouvir enquanto lê 

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Venceremos!

De Pete Seeger e outros
Cantado aqui numa versão magistral de Joan Baez  



Para ouvir, clicar sobre o título:








Nós venceremos, nós marcharemos de mãos dadas, nós viveremos em paz, nós seremos livres, nós não temos medo, hoje!
No fundo do coração eu acredito, nós venceremos, um dia!



We shall overcome
(Charles Albert Tindley, Zilphia Horton,
Frank Hamilton, Guy Carawan
and Pete Seeger)

We shall overcome,
We shall overcome,
We shall overcome, some day.

Oh, deep in my heart,
I do believe
We shall overcome, some day.

We’ll walk hand in hand,
We’ll walk hand in hand,
We’ll walk hand in hand, some day.

Oh, deep in my heart,

We shall live in peace,
We shall live in peace,
We shall live in peace, some day.

Oh, deep in my heart,

We shall all be free,
We shall all be free,
We shall all be free, some day.

Oh, deep in my heart,

We are not afraid,
We are not afraid,
We are not afraid, TODAY

Oh, deep in my heart,

We shall overcome,
We shall overcome,
We shall overcome, some day.

Oh, deep in my heart,
I do believe
We shall overcome, some day.


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

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CASTELO BRANCO: 33 ESCOLAS CANDIDATAS A "HERÒIS DA FRUTA"

É a terceira edição deste projecto "Heróis da Fruta - Lanches Saudáveis" desenvolvido pela associação portuguesa contra a obesidade infantil (APCDI). A primeira etapa tem como metaaumentar o consumo diário de fruta nas crianças até dez anos.

Este ano lectivo são abrangidos mais de 70 mil alunos, de cerca de 3.260 turmas, de 1.158 creches, pré-escolar, jardins de infância e escolas básicas do primeiro ciclo de todos os distritos do país, incluindo regiões autónomas da Medira e Açores.

O distrito de Castelo Branco apresenta 33 escolas candidatas, 15 da Covilhã, oito de Castelo Branco, três do Fundão, duas de Idanha-a-Nova, e uma de Penamacor, Oleiros, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão.



Foto: CASTELO BRANCO: 33 ESCOLAS CANDIDATAS A "HERÒIS DA FRUTA"

É a terceira edição deste projecto "Heróis da Fruta - Lanches Saudáveis" desenvolvido pela associação portuguesa contra a obesidade infantil (APCDI). A primeira etapa tem como meta aumentar o consumo diário de fruta nas crianças até dez anos.

Este ano lectivo são abrangidos mais de 70 mil alunos, de cerca de 3.260 turmas, de 1.158 creches, pré-escolar, jardins de infância e escolas básicas do primeiro ciclo de todos os distritos do país, incluindo regiões autónomas da Medira e Açores.

O distrito de Castelo Branco apresenta 33 escolas candidatas, 15 da Covilhã, oito de Castelo Branco, três do Fundão, duas de Idanha-a-Nova, e uma de Penamacor, Oleiros, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão.

domingo, 20 de outubro de 2013

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COVILHÃ:HOSPITAL COM DIFICULDADES NAS ESCALAS MÉDICAS

O hospital Pêro da Covilhã enfrenta dificuldades na elaboração de escalas médicas depois de 26 clínicos gerais e médicos de Medicina Geral e Familiar do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Cova da Beira terem ficado legalmente impedidos de assegurar urgências hospitalares.

Em comunicado, o CHCB refere que uma dezena de médicos tinha contrato de exclusividade com o ACES Cova da Beira e os restantes, não estando em regime de exclusividade nos cuidados de saúde primários, asseguravam o serviço através de empresas.

A proibição de realizarem urgências hospitalares foi comunicada à Administração do Centro Hospitalar Cova da Beira (CHCB) no dia 8 de Agosto através de uma circular normativa emitida pela Administração Regional de Saúde do Centro, dando conta que os médicos deixariam de ter enquadramento legal para realizar trabalho nas urgências hospitalares devendo, por isso, cessar funções em Setembro.

Em menos de dois meses, o CHCB acelerou o processo de contratação de uma empresa de prestação de serviços médicos que garantisse mensalmente 1680 horas no serviço de urgência geral e pediátrica que deixariam de ter cobertura a partir de Outubro.

Perante o volume de horas solicitado, a empresa evidenciou dificuldades na colocação de médicos. O CHCB colmatou as insuficiências recorrendo a médicos da instituição para garantir a manutenção da qualidade assistencial do serviço.

A empresa foi contratada a partir de uma lista da Administração Central do Serviços de Saúde (ACSS), à qual o CHCB teve obrigatoriamente de recorrer estando, por isso, impossibilitado de escolher outras empresas, particularmente, aquelas que pertencem a médicos de família que prestaram serviço na urgência ao longo dos últimos anos.

Ao longo deste ano, o CHCB diz ter alertado os responsáveis ligados aos cuidados de saúde primários, em diversas ocasiões, para a vantagem de manter o modelo de organização usado ao longo das duas últimas décadas, disse Rosa Ballesteros, diretora clínica do CHCB.

A médica reconhece a existência de «vantagens económicas para o hospital na contratação dos médicos através da empresa» mas alertou para o fato de serem «tarefeiros, nem sempre especializados em medicina geral e familiar» e para «a ausência de relação prévia com o hospital e com a população da região».

Rosa Ballesteros espera que o protocolo possa ser retomado para «dar continuidade a uma longa colaboração que permitiu um óptimo atendimento a doentes em situação de urgência», até porque «temos conhecimento do interesse dos médicos em prosseguir a colaboração».

O Hospital Pêro da Covilhã, integra o Centro Hospitalar Cova da Beira, atendendo anualmente perto de 120.000 doentes urgentes nos serviços de Urgência Geral e Pediátrica (onde Clínicos Gerais e Médicos de Medicina Geral e Familiar prestavam serviço) e Obstétrica (assegurada por médicos especialistas).

Os médicos de família são médicos de primeiro atendimento que observam os utentes antes de serem encaminhados para especialistas hospitalares nos serviços de urgência

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Nasceu em Castelo Branco, licenciou-se Medicina no Porto, salta de para-quedas nas Moitas e reúne com a família em Cernache do Bonjardim. Luis Cobrado é doutor em Medicina desde maio mas continuou a investigação.

In 'Reconquista'

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A Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) da Guarda continua a ter períodos em que está inoperacional por falta de médico. Em média, a VMER está inop dois períodos por semana. O modelo de funcionamento da VMER poderá ser alterado nos próximos meses, nomeadamente com a integração da viatura no serviço de Urgências do hospital da Guarda, o que poderá permitir a operacionalidade 24 horas por dia.

In «Terras da Beira»



sábado, 19 de outubro de 2013

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Professora Lucinda Pires
In «O Teixo», Escola Básica 2,3 - Teixoso
23 de Outubro de 1997, seis dias depois da morte da Lucinda


Há pessoas que, quer se goste delas ou não, não são indiferentes a ninguém. Com a sua força interior, alegria, dinamismo, frontalidade e capacidade de trabalho, derrubam montanhas, se necessário. A professora Lucinda Pires era assim. 
A sua vida era uma contínua procura de objectivos. Havia sempre novos projectos a desenvolver. Só sabia viver assim. De outra forma, não faria sentido. E, por todas estas razões, quem trabalhava com ela sabia que, volta e meia, lá aparecia um novo projecto, uma nova aposta. Porém, nos últimos tempos, andava cansada e por vezes chegava a dizer: «Este ano, quero descansar». Evidentemente, ninguém acreditava nisso. Descansar, a Lucinda? Isso não era para uma mulher daquela envergadura. Mas por que motivo andaria tão cansada? Claro que os projectos ambiciosos que dinamizava exigiam, da parte dela, um grande esforço e entrega. Contudo, o que verdadeiramente a fragilizava era a capacidade que tinha de «carregar» os problemas dos que a rodeavam. As dores daqueles que lhe estavam próximos eram também as suas. E isso cansa, dói, incomoda. Há alguns meses que a Lucinda ajudava a suportar as dores, doenças e perdas de amigos. Alguns deles partiram também, sem ela contar. Inesperadamente, a Lucinda partiu. Deixa-nos uma profunda saudade. 
Percebemos agora melhor o seu estado de espírito, quando nos dizia que lhe custava muito perder amigos, quando ainda tinham muito para viver. Também a nós nos custa agora. Ficará para sempre um vazio, uma insatisfação, uma sensação de que tanto ficou por dizer e por viver… Mas ficam muitas e boas lembranças de momentos de alegria, de festa, de partilha, de boa disposição, de entrega, do saber conviver com todos, desde os mais cultos aos mais simples. Só alguém humilde e generoso consegue ser assim. Fica certamente na memória de todos o seu sorriso, o seu optimismo, a sua vontade de seguir em frente. Sempre. Oxalá tenhamos todos percebido, no tempo em que convivemos com a professora Lucinda, o que de facto é importante na vida. Assim saibamos, na nossa comunidade escolar, continuar em frente, com a mesma energia, sentido de união e empenho a que nos habituou.
Até sempre, Lucinda.