Manuel Manso Nunes Ainda no domingo passado, 20/10/2013, percorri a pé a avenida vai da ponte velha à rotunda da ponte Nova e tive a ocasião, por exemplo, de ver que o caminho que passa por detrás do restaurante Sol-Rio está alagado e não acesso a uma escadaria de ligação a um pequeno miradouro sobre o rio.
Não se percebe como não há ligação pedonal ao pequeno parque de lazer a montante da praia fluvial tanto mais que há um campo de jogos, (futebol de 5?) junto ao mesmo espaço.
Na mesma onda, aproveito para perguntar parta quando o arranjo da ligação do defunto restaurante Ley à praia Fluvial.
E a talho de foice, a cor deste edifício enquadra-se no plano diretor municipal?
Copio e coloco na Cronologia.
É uma reflexão apenas – não merece nota tão alta.
A propósito de «cá do pé» (esclareço nos leitores: o José Jorge é do Vale da Senhora da Póvoa que pelo sopé da Serra d’ Opa dista do Casteleiro aí uns três ou quatro quilómetros…), pois bem, a propósito da tua terra: sabes o que eu descobri aqui há uns tempos sobre o teu Vale e me tenho preocupado em divulgar junto de conterrâneos teus?
Descobri que ali existiu uma localidade romana muito importante de cruzamento de vias e de influência e dominância em toda a região. Segundo sei, era um pouco mais a meia encosta, mas era ali junto do Vale… E essa localidade (talvez fosse a célebre Lancia Oppidana) há quem pense que era uma espécie de capital daquele território dominado pelos romanos…
Vocês no Vale devem ter orgulho nisso.
Pior está o Casteleiro que nessa altura dependia do Vale, depois dependeu de Sortelha – e agora, desde 1855, depende do Sabugal…
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A teorização que aqui nos traz hoje, em que o óbvio parece ser dominante, para quem conhece estas duas construções, certamente não ficará indiferente.
Agradeço e registo, claro.
Venham então as opiniões dos entendidos.
Gostava imenso de ler algo forte sobre este assunto.
Um abraço.