segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Cova da Beira

Casteleiro – Não somos Cova da Beira porquê?






Pensado há 50 anos e começado a construir há 30, o «Plano de Regadio» de que sempre ouvi falar foi quase concluído este ano. Um grande benefício para a região. Mas há 40 anos teria sido bem mais útil dado que hoje há muito menos agricultores. Mas há aqui um problema «genético» no tal Plano: o Casteleiro, que é em tudo «da mesma cepa» natural que a zona irrigada, ficou sempre de fora, sempre nos arredores do «canal», e só agora, nas actualizações recentes, se vê uma nesga ao fundo do túnel… mas o mal está feito. Aliás, a área de regadio prevista para todo o Concelho do Sabugal é ridícula: 121 ha, quando para outros à volta do Casteleiro se prevêem mais de três mil há para cada freguesia (Caria e Meimoa, por exemplo).
Hoje, queria que me acompanhasse nesse estudozinho.
E, de caminho, sugiro que tome contacto com noticiário interessante da nossa zona, através da gazetilha regional chamada «Serra d’ Opa», que vai na sua edição nº 14, esta semana (veja o link na última linha desta crónica, no final das Notas).


Logo a abrir, chamo a sua atenção para o facto de aqui se «falar» de água de rega para a agricultura e não de abastecimento de água para consumo humano. E acho que a melhor maneira de lançar a questão que vou colocar é pedir ao leitor que comece calmamente por tomar conhecimento do que é realmente a «Cova da Beira» enquanto projecto multidisciplinar hidroagrícola. Dois engºs agrónomos, em sessão oficial promovida pelo departamento governamental da área, começam logo por dizer tudo (o documento pode ser consultado aqui) : «O AHCB beneficia uma área regada com 12360 ha, permite o abastecimento público das populações dos concelhos de Sabugal, Almeida, Pinhel, Penamacor, Belmonte e Fundão, num total de 80000 habitantes, e apresenta uma componente geradora de energia eléctrica com potência instalada máxima de 6 Mw».
Estas obras, que já custaram ao País 320 milhões de euros e que já começaram há dezenas de anos e que só agora, neste Verão, foram concluídas, deixaram de fora em matéria de regadio a maior parte dos agricultores do Casteleiro. Apenas (e ainda bem que tal acontece) da Carrola para Santo Amaro e Valverdinho é que a agricultura beneficia dos «hidratantes»  do regadio. Ficaram de fora até este momento todas as áreas da Várzea, Ponte, Ribeira, Alvarcão, Cruzes, Estrada, Serra, Tinte, Cantargalo, Gralhais, Pessegueiros, Lagares, Alvercas, Marineto (Marneto) e toda a parte a Norte da Estrada Nacional  – regiões agrícolas riquíssimas e muito férteis, pesem embora os abandonos da agricultura dos tempos de hoje. Mas também será certo que, quanto menos condições, menos culturas.
Mais: estas zonas vêem o canal de irrigação passar-lhes à porta ali mesmo a uns metros – quase lhe tocam com as mãos – mas nada de poderem beneficiar deste enorme investimento. E ainda pior: algumas propriedades foram verdadeiramente esfrangalhadas para a passagem do canal – o que, apesar das indemnizações, condenou esses solos ao abandono agrícola.
Se virem bem o mapa da página 3 do documento acima citado, percebem do que estou a falar: não existe ali Casteleiro nenhum. Literalmente: o Casteleiro não está no mapa (neste mapa do regadio, claro). O problema, portanto é de origem, vem de trás, é de sempre. E sempre ouvi falar dele com indignação. Já quando eu era jovem se falava disto, vejam lá. E só há «meia dúzia de anos» é que aquelas parcelas acima referidas puderam ser incluídas no projecto.
O Plano de Regadio chamou-se sempre «da Cova da Beira». Ora os municípios chamados «da Cova da Beira» são três: Belmonte, Covilhã e Fundão… O erro original, mais tarde melhorado com Penamacor e com um bocadinho do Sabugal, vem daí: estes são os filhos do Plano, os outros são os enteados. Que raio de estudos são estes?  


Vale a pena falar sobre isto, sim!    

Apesar da tentativa de emenda, tudo começou mal e, como diz o Povo, quem torto nasce, tarde ou nunca se endireita.
Quero dizer que esta questão me anda enrolada no cérebro há muitos anos. Quando no concreto, numas férias, fomos ver o canal em grupo e soube que passava ali mas não era para a agricultura do Casteleiro, senti uma enorme surpresa e uma grande revolta.
Tantos milhões do erário público, tantos quilómetros de canal… tanta promessa ao longo de anos e anos… e afinal o canal atravessa a Freguesia mas não é para a agricultura da maior parte dos agricultores da Freguesia?
Isto não é revoltante?
Um dia deu-me para perceber o que é que isso queria dizer e como é que tantos técnicos justificavam essa exclusão.
Parece-me que ninguém tem argumentos reais. Apenas algo como uma escusa de tipo administrativo: «Ah, porque o regadio é para Penamacor e os Municípios da Cova da Beira». Depois lá acrescentaram uma coisinha do Sabugal. Quase nada.
Quais são, pergunto. Resposta: «Belmonte, Covilhã e Fundão».
«Boa» - respondo eu. «Então… e o Casteleiro que toda a gente diz que em termos de desenho geográfico natural é a primeira zona da Cova da Beira?»
Não há resposta que não radique em mera argumentação formal: «Está assim estudado»; «Já desde o início que os estudos apontaram este método»; ou, pior ainda, «O estudos está obsoleto é ali para os lados da Meimoa».
Mas no Casteleiro, ao que parece, nunca ninguém pensou!
Grandes técnicos e… maiores políticos! Esta questão devia ter sido resolvida logo na origem, há pelo menos 30 anos.
Por essas e por outras é que a RUDE, Associação de Desenvolvimento Rural, define assim a Cova da Beira: «Geograficamente, a Cova da Beira é uma depressão de superfície plana com altitudes entre os 400 e 500 metros em 30 Kms de comprimento e 112 Kms de largura. É caracterizada pela nascente e percurso do Rio Zêzere, e ribeiras afluentes».
Como se a Ribeira do Casteleiro não fosse um afluente do Zêzere, também.

Uma grande injustiça histórica

Acho que tudo isto é uma grande injustiça que já se prolonga há tempo demais.
Quem conheça bem a região concordará de imediato que estas zonas são iguaizinhas umas às outras. Qual a diferença entre as baixas do Casteleiro, de Santo Amaro ou Valverdinho e as da Catraia, de Belmonte ou de Caria? Nenhuma.
Até digo mais: se há diferença para positivo é a favor das baixas de Santo Amaro que, no seu tempo áureo, eram fonte de grande produção em variedade, qualidade e quantidade. Os grandes produtores agrícolas que foram o pai e o tio do Engº António Nunes, da Quinta do Espinhal, foram os artífices dessa magnífica saga, pois continuaram na senda do «Doutor de Santo Amaro», mas com produções mais actualizadas já no seu tempo.
Mas digo mais: qual a diferença entre as produções das duas parcelas deste fertilíssimo território? Nenhuma? Ao que se sabe e em resumo, «pomares, prados permanentes e milho, (são) as 3 culturas dominantes na região» - segundo apurou a Rádio Cova da Beira. Tal e qual como no Casteleiro. E eu acrescentaria sem pejo o belíssimo azeite e o vinho – como, aliás, em toda a zona irrigada.
Mas depois vêm-nos deitar poeira aos olhos e falam do aproveitamento agrícola para o Sabugal também. Mas nestas medidas: «Bloco da Meimoa - 3.400 há; Blocos de Belmonte e Caria — 3.177 há; Bloco do Sabugal — 121,5 há» - como se lê aqui, salvo qualquer erro de interpretação da minha parte.
Num total de mais de 14 mil hectares, e no plano dos estudos, são irrigados no Concelho do Sabugal tão somente 121 hectarezinhos, repito. Compare-se com as Freguesias vizinhas do Casteleiro, com mais de três mil cada uma.
  
O mesmíssimo clima

Ora, para lá de tudo o que já leu, defendo que o clima também é homogéneo, para lá do desenho que a Natureza fez da zona e das produções agrícolas similares em toda a zona.
Na quarta-feira passada, quando pensei que devia agora escrever já sobre este tema (fora de campanhas eleitorais e sem riscos de má interpretação), deu-me para, a título de experiência, ir à «net» ver as temperaturas e situações climatéricas.
Eis o resultado / «Quarta-feira ao  meio-dia»:
1. Fundão: nublado; 12ºC; precipitação: 0%; humidade: 90%; vento: 0 km.
2. Belmonte: trovoadas fracas com chuva; 15ºC; precipitação: 0%; humidade: 88%; vento: 2 km.
3. Covilhã: nublado; 12ºC; precipitação: 0%; humidade: 90%; vento: 0 km.
4. Casteleiro: nebulosidade : 30%; 19°C; precipitação : 0%; humidade : 74%; vento: 0 km.
Para quê escrever mais? Fica provado que este erro de 30 anos devia ter sido emendado muito mais cedo, dando maior alento à agricultura na minha aldeia. Agora, o que vier, vem a martelo e com muita emenda pior que o soneto.
Quem aqui fica em causa são, sem dúvida, os poderes dos últimos 40 anos.

Notas
1. O meu pai falava imenso de duas melhorias para a zona: a auto-estrada e o Plano de Regadio. Se visse isto hoje, não faltaria «encomendá-los». 
2. Pode aceder a muito mais informação sobre a Cova da Beira, designadamente seguindo por aqui, por aqui, por aqui e por aqui.

Links

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3. Leia então como acima lhe sugiro, a edição 14 do «Serra d’ Opa». Encontra-a aqui.




domingo, 10 de novembro de 2013

Guerra política na Covilhã

AUTARCAS TROCAM ARGUMENTOS

Pedro Farromba acusa a câmara da Covilhã de estar a onerar em 400 mil euros por ano os cofres do município com a contratação de novos funcionários. Na resposta o presidente da autarquia refere que se trata “duma cortina de fumo para desviar as atenções”.

No final da última reunião privada da autarquia, o líder da bancada independente refere que “continuam a ser feitascontratações de pessoal para substituir funcionários que estavam em funções apenas com base em critérios políticos; é uma opção que vai custar 400 mil euros por ano aos cofres do município e eu estranho este comportamento quando ainda recentemente o presidente da câmara afirmou a situação financeira do município está presa por arames”.

Acusações desvalorizadas pelo presidente da câmara da Covilhã. Para Vítor Pereira as afirmações do vereador da oposição “não passam duma cortina de fumo para distrair as atenções da real situação financeira do município; eu gostava era de os ver preocupados com esses problemas em vez de utilizarem essas manobras para distrair as atenções”. O autarca nega ainda que as contratações de novos funcionários atinjam o valor de encargos apresentado por Pedro Farromba “são números que não correspondem minimamente à realidade até porque não houve novas contratações feitas por esta câmara”.

Mas a troca de argumentos não se ficou por aqui. Pedro Farromba acusa o presidente da câmara da Covilhã de estar a mentir aos munícipes. Em causa as declarações de Vítor Pereira a propósito de a empresa “Harcane”, situada no parque industrial do Tortosendo, poder vir a ampliar as suas instalações e criar algumas dezenas de novos postos de trabalho. O autarca covilhanense afirma que “a empresa veio pedir apoio no sentido de reforçar a potência de energia para poder ampliar as suas instalações e criar mais postos de trabalho; foi uma situação que encontrei, que hoje trouxe à reunião e que foi aprovada por unanimidade no sentido de a câmara municipal conceder esse apoio tendo em vista uma ideia que me é muito cara de que devemos trabalhar no sentido de fixar empresas e criar emprego que será uma das grandes linhas de força da nossa actuação política”.

Palavras do autarca covilhanense que levam Pedro Farromba a acusá-lo de estar a mentir às populações “o que é triste tendo em conta o curto tempo de governação”. O vereador da oposição refere que “este processo transita do anterior mandato e só não houve decisão porque entretanto não se realizou nenhuma reunião de câmara; na primeira reunião deste mandato eu coloquei o senhor presidente ao corrente da situação, ele disse que se ia inteirar da situação e na última reunião questionei-o sobre o assunto e fui eu que sugeri a sua inclusão na ordem de trabalhos onde foi votada por unanimidade; portanto esta proposta não é do senhor presidente da câmara mas sim do vereador Pedro Farromba”.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Colégio do Soito - ensino privado

A grande polémica

Esta reportagem 
http://www.tvi.iol.pt/noticia/aa---videos---sociedade/reporter-tvi-verdade-inconveniente-ana-leal-colegios-privados-tvi24/1506330-5795.html
de Ana Leal , TVI, fez saltar toda a gente.
Nos minutos 13 a 16 fala-se do Soito, Sabugal. 
Veja e leia parte da polémica aí em baixo...

(Indico as fontes - é tudo «Facebook»)
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1
Descendentes do Concelho do Sabugal
https://www.facebook.com/groups/DescendentesdoconcelhodoSabugal/
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Vejam a TVI, por favor ...
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  • Alcina Borrego gosta disto.
  • Maria Máxima As escolas públicas estão a esvaziar-se e os bolsos dos ladrões a encher-se ...
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  • Maria Máxima ... e dizem que não são ladrões ... então escolham o nome ...
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  • Clamote Benjamin O caso e gravissimo dentro de Pouco tempo estara em risco a Nacao Portuguesa.E pelo pouco que tenho conhecimento esta em degradacao acelerada.
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  • Maria Máxima E mais abaixo já quiseram dizer que não é assim...
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  • Anabela Augusto Não sou contra os colégios privados, mas quem quer luxos paga-os! É triste andarmos a alimentar toda esta gente
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  • Maria Máxima E uma sra. que agora argumentou !... que lata !
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  • Clamote Benjamin Nao me refiro a casos particulares , mas sim ao Governo Central que dele e das decisoes que um povo espera.
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  • Elisabete Filipe A meta é acabar com o ensino público, tenho vergonha do meu país...
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  • Clamote Benjamin E Nota-se que os governantes perderam o respeito dum povo que supostamente deviam liderar, tomar medidas para bem de todos,nao o fazem.Desceram tao baixo que usam o ditado: Nao estas bem muda-te, que raio de gente e essa?Portugueses que chegam aqui como turistas e nota-se que estao desesperados por trabalhar e so dizem aquilo esta mau.
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  • Gloria Gonçalves Estou vendo amiga Maria Máxima. Calamidade!!! Paga Zé pensionista !!! Ai o argumento do representante do n/ Concelho.... Valha-me Deus. Direito à saúde está acima de tudo.Tribunal é um Orgão de Soberania e o direito à Educação também é preciso para o Povo mas não para ser esbanjado pelo ensino particular como se vê. Tanta mamuça neste país. Aqui por Coimbra, também não se ficam atrás .
    há 15 horas · Editado · Gosto · 3
  • Clamote Benjamin Sempre ouvi: mais vale ensinar a pescar que dar um peixe e nas escolas instruindo que se da liberdade e melhor futuro.
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  • Jesus Valente Sou uma beirã com orgulho mas sinto -me trizte ao ouvir gente quem dirige o meu concelho
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  • Maria Máxima Também eu, amiga. E indigno-me que tirem a quem trabalhou e tem modestas reformas e a quem ainda trabalha e tem igualmente modestos salários, para gastarem assim, sem um critério justo.
    há 14 horas · Editado · Gosto · 2
  • Clamote Benjamin Na maioria gente humilde que fazia das tripas coracao e que nem sequer tem direito a uma velhice digna.
    há 14 horas · Gosto · 2
  • Gloria Gonçalves Amigo Clamote: foi o antes, foi o durante e agora... Geração tão sofrida !!!
    há 14 horas · Gosto · 1
  • Maria Máxima Também não sou contra os colégios privados, desde que sejam as famílias dos alunos a pagar os custos. Até gosto muito desses colégios. Eu estudei num desse colégios e amo o meu colégio, mas foi sempre o meu pai que pagou as minhas despesas, integralamente : Colégio do Sagrado Coração de Maria, um dos melhores do país!
    há 14 horas · Gosto · 2
  • Gloria Gonçalves Mas amiga Máxima pelos vistos paga o aluno e paga o Estado. Sabe quem tira o lucro? Eu estou muito dentro desse assunto dos mamões a nível do Ensino Superior (Particular) No ensino Superior Particular a calamidade ainda é maior.
    há 14 horas · Editado · Gosto · 2
  • Elisabete Filipe o Sr. ministro responde: liberdade de escolha e a liberdade causa polémica. É desta forma que se gere um país que não tem dinheiro, afinal há sim é para aquilo que lhes interessa e o povo "come e cala" Revoltante e angustiante, FARTA.....
    há 14 horas · Gosto · 2
  • Gloria Gonçalves Isto amigos, essa gente que tanto nos maltrata, anda tudo grosso. Nós feitos palermas conformados colocamos a cabeça no tronco. Somos todos uma cambada de mansos perdidos.
    há 14 horas · Gosto · 1
  • Palmira Rasquete ACHO MUITO BEM OS COLÉGIOS PRIVADOS,...MAS EU NÃO TENHO QUE PAGAR ESSES LUXOS...JÁ DOU O MEU CONTRIBUTO PARA AS ESCOLAS DO ESTADO ESSAS SIM....HÁ PROFESSORES SEM HORÁRIO HÁ MUITAS ESCOLAS FECHADAS COM MUITA QUALIDADE E POUPAVAM -SE MUITOS MILHARES DE ...Ver mais
    há 14 horas · Gosto · 4
  • Maria Máxima Subscrevo, amiga Palmira. Os colégios privados sempre existiram, mas sempre foram pagos pelas famílias dos alunos. E no superior, agora até nas universidades públicas pagamos. Para o doutoramento, paguei nos quatro anos 12 000 euros. E é pública. Quem quer, paga.
    há 14 horas · Gosto · 3

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SOBRE O ASSUNTO QUE VIMOS E OUVIMOS NA TVI - ENSINO PÚBLICO/PRIVADO
Eu entendo que um Governo que preza os seus Cidadãos deve proporcionar-lhes cuidados GRATUITOS no Ensino e na Saúde. Deve financiar o Património ligado ao Ensino Público com a finalidade de melhorar e modernizar os seus recursos, para proporcionar qualidade de ensino aos Alunos.
Por outro lado se houver Empresários ou Investidores que queiram obter dividendos investindo em Escolas Privadas, podem e devem fazê-lo, também para concorrer em qualidade com a Escola Pública. Para, lógico, obterem lucro.
Contudo assistimos em Portugal a uma certa promiscuidade. Se um empresário quer investir no Ensino o Estado pode e tem financiado esses Agentes, a fundo perdido. Mais. Subsidiam a construção de Património, entregando-os à gestão dos Privados. Com um aditamento incrível - se esse Estabelecimento Privado não dá lucro...o Estado cobre o prejuízo !
No Ensino Público o Estado (leia-se Governo) não melhora as condições do SEU Ensino como até estrangula a carreira dos seus Actores principais - os Professores e promove a degradação do ensino com raiva militante !

Grosso modo, é o que se depara com essa Reportagem. Porque a situação ainda é mais grave do que podemos pensar...
Gosto ·  · Seguir publicação ·  · há 14 horas perto de Beja
  • Maria Máxima e 5 outras pessoas gostam disto.
  • Rui Correia RESUMINDO E CONCLUINDO...ESTAO A ENTREGAR TUDO AOS AMIGOS.....E NOS CONTINUAMOS A PAGAR......
    há 14 horas · Gosto · 2
  • Manuel Manso Nunes Parece-me uma análise ponderada a tuaJose Jorge!
    Ficou por dizer que no Ensino Publico não há lugar para turmas de 14 alunos seja sob que pretexto seja!
    Também era bom que as pessoas soubessem que alunos que morem a menos de 1 km não têm direito a transporte.
    Parabéns, puseste bem o dedo na ferida!
    há 14 horas · Gosto · 3
  • Gloria Gonçalves Não estou percebendo esta dos alunos que morem a menos de um Km não ter direito a transporte amigo Manso Nunes. Os que moram nas grandes cidades dentro da própria cidade a s/escola ou Universidade, pode ficar a Kms. e não lhe pagam transporte. Pelo menos com meus filhos foi assim. Ou pagava-lhes o bilhete ou iam a butes. Ai tanto dinheiro mal parado.
    há 13 horas · Editado · Gosto · 1

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Ver ao 1m31s
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Nas notícias das 20h na TVI o ensino vai ser falado. Disseram-me que o Sabugal faz parte da reportagem...esperemos que por bem!
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SABUGAL E O ENSINO PRIVADO NO SOITO
Hoje TVI depois das 20h
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COLÉGIO PRIVADO NO SOITO

Não me repugna a existência de um colégio privado no Soito.. sempre e quando não seja custeado pelo erário público!
Afinal, algum tempo depois de ter criado o Externato Secundário do Sabugal, o saudosa dr. Diamantino não abriu também um colégio no Soito?
Preocupa-me isso sim o salário auferido pelos colegas professores que lá possam lecionar bem como o de todo o pessoal.
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Natália Bispo
https://www.facebook.com/nat.bispo.monumenta?hc_location=stream
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15Gosto ·  · 


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Dar vida ao concelho
https://www.facebook.com/groups/329519487108866/
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